Smartphones são a plataforma preferida dos brasileiros para jogar

Um dado interessante foi levantado pela Pesquisa Games Brasil, cujos resultados foram divulgados nesta segunda (1): além de a maioria dos jogadores de videogame do Brasil serem mulheres, a plataforma de preferência do país não são os consoles ou o PC como muita gente imaginaria, mas sim os smartphones.

E a preferência pelo aparelho é bem grande: cerca de 83% dos entrevistados revelaram que jogam em seus smartphones, contra quase 49% em consoles e cerca de 42% em computadores (notebooks e desktops).

Há três fatores principais que fazem com que o smartphone tenha se tornado um aparelho preferencial entre os gamers: primeiro, cada vez mais jogos realmente competitivos estão sendo lançados para a plataforma móvel. Considerar o celular como o lugar apenas de jogos casuais como Candy Crush ou Flappy Bird é praticamente uma heresia, já que cada vez mais jogos com gráficos poderosos e alto potencial competitivo têm sido lançados para essas plataformas, como são os casos de Fortnite e PUBG.

O segundo ponto é o fator mobilidade: com a melhoria da internet 4G, é possível jogar esses games no ônibus ou mesmo em qualquer intervalo do trabalho ou entre aulas, o que faz com que, em um mundo onde todo possuímos cada vez menos tempo para ficar em casa, o celular se torne não apenas uma ferramenta de comunicação com o mundo, mas também a principal forma de desestressar da correria do dia-a-dia com uma jogadinha rápida.

E isso é permitido pelo terceiro fator: o fato de a grande maioria das pessoas possuírem um celular. Mesmo aquelas que não têm condições de comprar um videogame conseguem parcelar um celular em diversas vezes no crediário, permitindo assim que os smartphones sejam a forma mais comum de alguém ter seu primeiro (e muitas vezes único) contato com o mundo dos videogames.

A Pesquisa Game Brasil, desenvolvida em parceria entre a Sioux Group, a Blend e a ESPM, tem como objetivo traçar um perfil do jogador de videogames brasileiro, e pode ser acessada na íntegra através de consulta online.

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