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Apple enfrenta dificuldades em seus negócios

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Não é segredo que a procura por iPhones tem vindo a abrandar. Os modelos de 2018 trouxeram pouca inovação e não tiveram o impacto de outros lançamentos passados.

Nesse sentido a empresa de Cupertino colocou a esperança nos seus serviços. Esses incluem o Apple Music, iTunes, AppStore e também o Apple Care e Apple Pay.

Esses serviços que a Apple providencia são o segundo maior gerador de receitas da empresa. Em primeiro lugar estão os iPhone, é claro.

Tim Cook afirma que o sucesso dos serviços deve-se ao número de iPhones utilizados

Considerado uma base de 1.5 mil milhões de unidades mundialmente, a baixa de vendas dos iPhone é compensada pelas receitas dos serviços Apple.

Contudo, nem tudo são rosas. De acordo com um dos maiores analistas do negócio Apple, isso pode mudar. As empresas que vendem subscrições na App Store estão a ficar cansadas de pagar a “taxa da maçã”.

Caso não saibas, a Apple cobra uma percentagem das receitas geradas a empresas como Netflix e Spotify. Por cada utilizador, a Apple recebe 30% do valor da subscrição no primeiro ano e 15% nos seguintes. Este modelo de negócio está a afugentar as empresas ao ponto de serem recusadas novas subscrições através do ecossistema Apple. A plataforma Netflix foi uma delas.

O CFO da Apple afirmou que o Netflix contribuiu menos de 0.3% das receitas totais de 2018. Nesse sentido, não parece que estejam muitos preocupados. Contudo, esta “revolta” contra as taxas de subscrição vai aumentar o descontamento dos utilizadores.

Está ainda um caso em Supremo Tribunal a analisar esta “taxa da maçã” e se a mesma for considerada uma táctica de monopólio, a Apple pode ver as suas receitas a descer ainda mais.

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